Caiado Tomará posse virtual, posse de Lula terá 60 shows e Bolsonaro sai do pais.

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Atendendo recomendação médica, o governador Ronaldo Caiado deverá permanecer em repouso relativo, por 45 dias, a partir da data da cirurgia de revascularização do miocárdio, realizada em 8 de dezembro.
O objetivo é garantir a total recuperação, evitando assim aglomerações e a consequente exposição a agentes infecciosos, como os vírus causadores da Covid-19, e atividades extenuantes. Por esse motivo, Caiado tomará posse para o segundo mandato de governador de Goiás de forma virtual, no próximo dia 1º de janeiro.
Ainda de acordo com atestado médico divulgado pela Dra. Ludhmila Hajjar, responsável pelo procedimento cirúrgico, o governador recupera-se bem e permanece em São Paulo, no apartamento da família.
O governador Ronaldo Caiado permanece no exercício da função de forma remota, mantendo contato permanente com os auxiliares do governo.
Já, O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai assumir no domingo (1º) seu terceiro mandato à frente do país.
O evento está sendo organizado pela equipe do novo governo e vai contar com shows de 60 cantores e bandas, além do tradicional rito de posse, com a participação do presidente eleito e do vice, Geraldo Alckmin.
São esperadas centenas de milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios.
Programação:
• 10h: início das atividades culturais
• Às 13h: pausa para a cerimônia protocolar (veja mais abaixo)
• 15h50: show com Juliano Maderada, do hit “Tá na hora do Jair já ir embora”
• 18h30: retomada das atividades culturais
• 3h30: previsão de encerramento
O festival também será transmitido pela internet.
Na altura dos ministérios da Previdência e do Turismo, na Esplanada dos Ministérios, estão sendo montados dois palcos: Gal Costa e Elza Soares – homenagem às cantoras que morreram em 2022. As apresentações acontecerão de forma alternada em cada palco.
Até esta quarta-feira, mais de 60 artistas estavam confirmados. Entre os destaques:
• BaianaSystem
• Chico Cesar
• Duda Beat
• Ellen Oléria
• Fernanda Takai
• Fernanda Abreu
• Gaby Amarantos
• Geraldo Azevedo
• Johnny Hooker
• Luedji Luna
• Marcelo Jeneci
• Margareth Menezes (futura ministra da Cultura)
• Maria Rita
• Martinho da Vila
• Pablo Vittar
• Teresa Cristina
• Valesca Popozuda
• Zélia Duncan
Segundo a equipe do presidente eleito, ainda há previsão de participação de Lula no local destinado ao evento, o que seria uma quebra de protocolo. O horário, no entanto, ainda não informado.
A entrada no festival é gratuita e não haverá necessidade de retirada antecipada de ingressos.
Junto ao festival, uma feira gastronômica vai atender o público das 9h às 2h.
Além disso, telões serão instalados na área do evento para que o público possa acompanhar as cerimônias protocolares, como o ato que oficializa a posse, no Congresso Nacional, o pronunciamento e a transmissão da faixa presidencial.
Trajeto de Lula e Alckmin.
A sessão solene destinada a dar posse ao presidente e ao vice-presidente eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, acontecerá no plenário da Câmara dos Deputados, a partir das 15h.
Antes, haverá um cortejo pela Esplanada dos Ministérios. Ele começará próximo à Catedral Metropolitana de Brasília, com desfile dos eleitos até o Congresso Nacional, sede da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Após a posse, já na Praça dos Três Poderes, no Palácio do Planalto, o presidente eleito deverá receber a faixa presidencial e fazer um pronunciamento. E, por fim, haverá recepção de chefes de Estado e representantes de vários países no Palácio do Itamaraty.
Trajeto de Lula e Alckmin na posse presidencial de 1º de janeiro de 2023.
Veja os horários:
• 14h20 às 14h30 – O presidente e o vice-presidente eleito chegarão à Catedral Metropolitana de Brasília
• 14h30 – O cortejo presidencial desfilará pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional. O trajeto tem 1,4 km
• 14h40 – Chegada de Lula e Alckmin ao Congresso Nacional. Eles estarão acompanhados das respectivas primeiras-damas, Janja da Silva e Lu Alckmin
• 15h – Sessão solene de posse (expectativa é que dure entre 40 e 50 minutos)
A sessão solene será comandada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Estarão na Mesa, além de Pacheco, Lula e Alckmin, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o primeiro-secretário do Congresso, Luciano Bivar (União-PE), a presidente do STF, Rosa Weber, e o procurador-geral da República, Augusto Aras.
• 15h50 – Ida ao Senado.
Após assinatura do termo de posse (veja curiosidade abaixo), presidente e vice-presidente farão uma pequena parada na sala de audiências do Senado Federal, com previsão de durar cerca de 10 minutos.
Em seguida, Lula, Alckmin e as esposas vão ser acompanhados pelos chefes de cerimonial e devem sairem para o Salão Azul em direção ao Salão Negro.
• 16h05 – Honras militares.
Após atravessar o Salão Negro, o grupo se posicionará na saída do Congresso. O presidente da República, então, deve ser colocar à frente das demais autoridades para acompanhar a execução do Hino Nacional pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial.]
• 16h20 – Saída do presidente e do vice-presidente para o Palácio do Planalto.
• 16h20 às 18h – Já no Palácio do Planalto, Lula e Alckmin seguirão os seguintes ritos:
O presidente Lula subirá a rampa ao lado do vice-presidente, Geraldo Alckmin.
Após subir a rampa, Lula receberá a faixa presidencial. Ainda não foi definido quem entregará a faixa ao presidente eleito Lula deve fazer um discurso já com a faixa e, depois, dará início à nomeação dos ministros. Por fim, é feita a foto oficial do novo governo.
• A partir das 18h – Lula e Alckmin vão participar de um jantar no Itamaraty com autoridades estrangeiras.
Líderes estrangeiros
Ao menos 65 delegações compostas por chefes de Estado, chefes de governo e ministros já confirmaram presença.
Considerando as confirmações de todos os níveis, de embaixadores a presidentes, cerca de 120 países estarão representados na posse do Lula.
Até o momento, 19 chefes de Estado disseram que vão participar:
1. presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier
2. presidente de Angola, João Lourenço
3. presidente da Argentina, Alberto Fernández
4. presidente da Bolívia, Luis Arce
5. presidente de Cabo Verde, José Maria Neves
6. presidente do Chile, Gabriel Boric
7. presidente da Colômbia, Gustavo Petro
8. presidente do Equador, Guillermo Lasso
9. rei da Espanha, Felipe VI
10. presidente da Guiana, Irfaan Ali
11. presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló
12. presidente de Honduras, Xiomara Castro
13. presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez
14. presidente do Peru, Dina Boluarte
15. presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa
16. presidente do Suriname, Chan Santokhi
17. presidente de Timor Leste, José Ramos-Horta
18. presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou
19. presidente do Togo, Faure Gnassingbé.
Desfile no Rolls-Royce
O desfile em carro aberto a bordo do famoso Rolls-Royce pode não ocorrer em 2023. Isso porque a equipe responsável pela posse presidencial analisa a possibilidade de Lula usar um veículo blindado por causa dos recentes atos de violência de bolsonaristas em Brasília.
Além disso, a futura primeira-dama Janja da Silva, disse no início deste mês que o tradicional veículo teria sido “danificado” pela gestão de Jair Bolsonaro.
Janja, no entanto, não deu detalhes sobre o dano.
De modelo Silver Wraith, o Rolls-Royce foi fabricado em 1952, na Inglaterra, e transportado por navio de Londres para o Rio de Janeiro, então capital brasileira, em 1953. Desde então, pertence à Presidência da República e já conduziu todos os presidentes do Brasil, em diferentes ocasiões.
Bolsonaro sai do pais
O presidente pretende curtir uma “fossa” na virada do ano, sem a companhia de Michelle Bolsonaro.
O casamento está em crise desde julho de 2021, antecipado primeiramente por este colunista. A primeira-dama sinalizou que não viajou com o marido para os EUA nesta quarta-feira (28), quando Bolsonaro deve, definitivamente, abandonar o cargo.
Ele não passará a faixa presidencial para Lula (PT), na cerimônia de posse, em 1º de janeiro.
Bolsonaro teria sido convidado mas, deprimido, estaria buscando uma cidade onde evite encontrar brasileiros e fique longe do noticiário.
Além do mais, ele ainda estuda um segundo local para passar as “férias” nos próximos três meses e, assim, fugir de uma possível prisão, que cedo ou tarde irá acontecer.
CRISE NO CASAMENTO
A crise no casamento de Jair Bolsonaro e Michelle tem um motivo já conhecido: Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente em outro casamento e batizado de “01” pelo pai.
Michelle ainda não teria definido o destino onde passará a festa do Ano Novo. Parte de sua família mora em Brasília.
A possibilidade mais forte é que a primeira-dama busque um lugar para passar na companhia da filha e dos parentes.
Fontes: Secom – GO
Metrópole – Uol –
G1 e TV Globo — Brasília  Por Letícia Carvalho e Elisa Clavery
Reedição: Wilson Barbosa – Jornal Cidades
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